21 de mar. de 2014

IMPORTUNAÇÃO NOS METRÔS

Parece que a coisa está tomando dimensões avantajadas. Vejo duas alternativas, achando que ambas são inviáveis: 1) encher as cadeias; 2) esvaziar os vagões dos metrôs. Pensem rápido, gestores!!!!!

Foto: 
Brasil - Liberdade e Democracia.
http://brasillivreedemocrata.blogspot.com.br/2011/03/visao-do-leitor_6514.html

20 de mar. de 2014

A RECEITA FEDERAL NÃO PODE FAZER ISTO COM O CONTRIBUINTE!




É muito fácil ser autoridade! É só usar de todos os meios para formular ameaças aos contribuintes, para que cumpram o que elas - autoridades - querem, do modo mais rápido.
Pois não é que acabo de assistir, pela EPTV, em Ribeirão Preto, indagorinha, uma advertência para que as pessoas antecipem suas declarações ao leão? Poderiam ter dito que quem declarar primeiro receberá restituição primeiro, também (se isto for verdade). Mas preferem a ameça. A peça publicitária adverte de que, se o contribuinte deixar a declaração para os dois últimos dias, por exemplo, poderá ficar prejudicado, se der uma "pane" no sistema, nesses dias. Aí vem a ameaça de multa alta. Certa vez, ouvi, em uma sentença, em audiência, em Brasília, que a alegação do autor era de que ocorrera "pânico", no computador, em terminal de saque. Simples engano de digitação, certamente, que achei devesse ser reparado. Falei para a Juíza sobre o erro. Com má vontade, S. Excelência respondeu que não tinha importância. Foi quando observei que quem ficara em pânico fora o autor da ação, com o cartão engolido pelo caixa eletrônico.
Por isto, acho que o contribuinte não terá de ficar em pânico, se vier a dar pane no sistema do leão. Evidentemente, o prazo terá de ser prorrogado por tempo igual ao da duração da pane. Se a Receita Federal acha que a declaração pela internet é um benefício, não pode ameaçar com que se transforme em uma dificuldade, se houver uma pane no sistema da Receita Federal. Pane no sistema do Leão é problema do Leão e ponto final! Será que alguém terá de recorrer ao Poder Judiciário, se der pane no sistema da Receita Federal? Absurdo, uai! Mas ninguém pode ficar em segurança jurídica: a União Federal - que é a autoridade maior - é a maior cliente do Supremo Tribunal Federal, viu? Barba de molho,gente!!!!

Edição em vermelho, às 15,49 h: quando redigi, esqueci-me do conteúdo da ameaça. O "Não pode..." vem do raciocínio: Pode a Receita Federal cobrar-me qualquer multa porque o sistema dela falhou? No último dia, o prazo é do contribuinte até no último momento. A obrigação de manter o sistema funcionando não é do contribuinte.

Imagem: Nexia Teixeira Auditores.
http://www.nexia-teixeira-auditores.com.br/en/leao-computador/

17 de mar. de 2014

A INSANIDADE DAS TORCIDAS

Debatia-se, aindagorinha, no "Bem Amigos", as hipóteses levantadas de "entrega" do jogo ao Ituano, pelo São Paulo, para desclassificar o Corinthians. Comentava-se de um e afirmação leviana de outro, tudo deixando o Muricy Ramalho muito irritado. Alberto Helena, comentarista esportivo, lamentou que torcedores de um determinado clube torçam pela derrota do mesmo, para desclassificar um rival. Chegou a lembrar-se dos tempos de menino, e de que, quando uma derrota de concorrente poderia significar o campeonato para seu time, e alguém desejava que acontecesse, sempre havia alguém para lembrar que isto era "gozar com a ferramenta alheira", no dizer do próprio Helena, expressão que sempre ouvi, com outros termos, bem mais explícitos do que os usados pelo comentarista. Arnaldo César Coelho interveio, para dizer que isto é normal, por partir de torcida, que quer, mesmo, é achincalhar o adversário, e coisa e tal. Exemplificou com o fato de que, quando, em um estádio, os alto-falantes anunciam gol contra um rival, em outro estádio, a torcida vibra. No que o Helena retrucou que se tratava de fatos diferentes, que não merecem o mesmo raciocínio. Como não gosto de alguns raciocínios do Arnaldo César Coelho (já falei sobre isto), pensei rápido para, em seguida, concordar com o Helena: uma coisa é gostar, ou até torcer para que um rival perca um jogo, com outro time. Mas torcer pela derrota do próprio time, para dificultar a vida do rival, é diferente e nada educativo.
No que eu disse para minha mulher - que, mesmo não sendo o futebol sua prioridade, fica ligada nos meus interesses esportivos, e até nos programas a que assisto - que concordava com o Helena, e que o Arnaldo estava aplicando o mesmo raciocínio a dois fatos absolutamente distintos, ela atalhou:
Torcida do Corinthians poderá acompanhar os jogos do time na Libertadores- Torcida é torcida! A torcida é inconseqüente! Ilógica! Existe alguma lógica em ver pessoas, em um estádio, roendo unha, chorando, dando chilique e quase infartando, ou até mesmo infartando, por causa de um resultado adverso? Existe alguma lógica em um pai chegar a um estádio lotado, levando o filho, com menos de um ano de idade, vestido com a camisa do time dele - pai - não para induzir gosto pelo esporte, mas para torná-lo, desde pequenino, um apaixonado pelo mesmo time? Existe alguma lógica em torcedores de um time agredirem a mãe e a irmã de um ex-jogador desse mesmo time, só porque esse atleta trocou de clube? Existe alguma lógica em brigar com a torcida adversária, envolvendo violência excessiva e descontrolada? As torcidas são insanas!
Calei-me!

NAS LETRAS DAS NOSSAS CANÇÕES: "BOA NOITE, AMOR".

"Na carícia de um beijo que ficou no desejo, boa noite, meu grande amor!"

José Maria Abreu e Francisco Matoso, em "Boa noite, amor".




Quem quiser ouvir, pela voz de Francisco Alves (Chico Viola), que lançou a música.








No youtube: https://www.youtube.com/watch?v=4aSk7_EMin4














Imagem: talking about art
http://lorenzonilais.wordpress.com/page/3/

ESSE LEON ELIACHAR... "EM CIMA DO DIVÃ"...

É um amontoado de frases malucas, nas páginas 216 /217 do livro "O HOMEM AO ZERO", classificado, pelo autor, como "Descongestionante Cerebral". Exemplo:


"O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever, somos ao todo 80 milhões de devedores."


Obviamente, tratava da população à época da publicação do livro.

16 de mar. de 2014

INFLAÇÃO: ASSUNTO PARA MENORES DE 35 ANOS.

Assunto que só deveria ser tratado por economistas? Jeito nenhum, uai. Economistas falam economês, língua que a grande maioria de eventuais interessados não consegue entender. Nem passo perto. Mas sei bem quais são os efeitos da inflação. Como sei!
E porque é que recomendo a leitura apenas para os menores de 35 anos. Conhecendo a história, poderão orar e vigiar para que o negro período inflacionário não retorne à cena, de ditadura do FMI e quejandos, pior do que aquela atribuída aos militares. Quanto aos maiores, observo que tem velhinhos por aí – minha idade – que, se lerem, poderão até chorar, rememorando tudo o que sofreram com as maluquices dos administradores públicos.
A inflação foi debelada pelo Plano Real, em 1994. Menores de 35 anos, até os que têm cerca de vinte anos, estavam na doce idade em que a inflação era problema dos pais. Poderão ter-se queimado por algumas das labaredas do tal dragão. Mas quem tinha de pular miudinho, tentando escapar do fogo cerrado e amplo eram os pais – muitas vezes sem sucesso.
Leio em “20 anos do Plano Real”, por Marcela Bourroul e Michelle Ferreira (http://20anosdoreal.epocanegocios.globo.com/), que, no início da década de 90, todas as tardes, um dono de açougue recolhia todo o dinheiro do caixa e corria ao banco, para depositá-lo. A inflação mensal chegava a 80% e a maioria dos empresários passou a ter nas aplicações financeiras a garantia de seu lucro. O overnight era a “ferramenta de trabalho”, fazia o resultado do negócio. Mais do que o cliente. Dizem as autoras, então, que “...A corrida diária aos bancos deixou de ser rotina após 1994, quando a estabilidade econômica, trazida pelo Plano Real, pôs fim ao lucro via aplicações bancárias e exigiu que as empresas garantissem o resultado com a produtividade do negócio e não no mercado financeiro”.
Ora direis: uai! então a inflação era um grande negócio!
Para quem agia como o sr. açougueiro - e tinha de agir assim, para não quebrar - poderia ser, embora sem garantias, já que a inflação não respeita patrimônios, nem assegura que o consumidor possa comprar sempre.
Mas para o consumidor da massa – eu estava nessa parada – Deus nos livre!  A maioria estava vinculada a salários cujos valores eram “corrigidos” pela inflação do mês anterior, o que a obrigava a correr atrás daquela que viria no dia seguinte. Os preços aumentavam e o governo aumentava os valores absolutos dos impostos, sempre em percentuais. Por isto, o assalariado tinha de fazer a corrida inversa àquela do sr. açougueiro:  receber o salário e sair correndo para o supermercado, porque, se deixasse para o dia seguinte, teria de pagar cerca de 2,5% a mais. E no curso do mês, seu dinheiro valia menos, a cada dia, na mesma proporção. Uma loucura!
Só para exemplificar: já paguei com cheque pela compra de um dentifrício, uma escova de dentes e um sabonete. Se quisesse pagar com dinheiro as miudezas que adquiria, teria de andar com uma grande mala cheia de dinheiro.
Por que esta lereia toda? Porque me assusta a subida de um ponto percentual na inflação. Matreiramente, devagarinho, fingindo inocente, ela pode ganhar um espaço enorme na nossa vida. Se a inflação subiu de 4% para 5%, a impressão que se pode ter é de que subiu 1%. Lego engano, meus irmãos! Subiu 25% pois 1% corresponde a 25% de 4%. Aí é que mora o perigo de acreditar que está sob controle.
Não estou querendo bancar o arauto do caos, nem torcendo contra. Estou mesmo é com medo, porque não vi, nos dois últimos governos, qualquer referência elogiosa ao Plano Real - porque não é criatura desses governos - mesmo sabendo que, se houve dinheiro para financiar programas sociais, progressivamente, foi porque o Setor Público saiu da miséria em que também vivia, reajustando salários mensalmente e adquirindo produtos e serviços diariamente encarecidos por causa da inflação. Sem falar da corrupção... até nisto a inflação pode ajudar.
Cachorro mordido de cobra corre de linguiça!

Imagem: veja.com
http://veja.abril.com.br/040608/p_142.shtml


12 de mar. de 2014

CORRUPÇÃO ENGANA: PARECE MERRECA PARA QUEM DESVIA. É MUITO PARA O POVO. VER ARENA DA BAIXADA.

A mídia ocupa-se de eventual desvio de cerca de um milhão e meio de reais, da verba destinada à obra da Arena da Baixada, para a Copa 2014.
Para nós, é muito. Demais!
Mas para o corrupto, é muito pouco. Ele tem razões para pensar a assim. Vejamos:
Há informações de que foram arrecadados cerca de 226 milhões de reais para a obra.
Pois não é que um milhão e meio corresponde a míseros 0,63% de 226 milhões. Menos de 1%!
Então, por que toda essa barulheira, gente? Menos de 1%!
É por causa disto, mesmo: o corrupto acha, sempre, que furtou pouco.
No somatório da corrupção, um despropósito!
Podem pensar que isto não afeta a vida do cidadão. Mas por causa dessas "coisinhas", ele tem menos pão, menos saúde, menos escola, até menos cerveja, lazer, balada... Coisas a que ele tem direito.
Não me iludo. Há mais de sessenta anos venho ouvindo falar em desvio de dinheiro público. Antigamente, era "meter a mão no cofre". Nessa época, estava muito em voga a frase "Aproveita enquanto o Brás é tesoureiro". Millôr Fernandes escreveu a respeito:


Você é do tempo em que se dizia "Aproveita, enquanto o Brás é tesoureiro"? Pois é. Sem perceber, o Brás tomou conta do petróleo (Petro-Brás), da eletricidade (Eletro-Brás) e da CPRM (Núcleo-Brás). Até aí, tudo bem. O erro do PT foi entregar o talão de cheques ao Delúbio Soares.
(http://veja.abril.com.br/281205/millor.html)
Ah! Essa Veja! Argh!...

A transcrição do texto de Millôr não tem o poder de atribuir toda a corrupção no Brasil a um partido determinado. Neste blog, já falamos até em CEXIM (antiga Carteira de Exportação e Importação do Banco do Brasil, em "SÓ COISA DE BACANO. E NÓS CONTINUAMOS PAGANDO". É coisa da antiga. Muito antiga.
(http://cadikimdicadacoisa.blogspot.com.br/2012/03/so-coisa-de-bacano-e-nos-vamos.html).
Findo o reinado do Brás, não há mais como meter a mão no cofre. Com licitações - que deveriam tratar apenas de coisas lícitas - e a contabilidade fiscal moderna, o agente público não trabalha mais com dinheiro. Usa cheques, ordens de pagamento, cartões corporativos... Com estes, é possível comprar coisas alheias ao serviço público.
Mas com os outros, é preciso encontrar meandros por onde o dinheiro escuso possa passar, sem ir à contabilidade. A expressão "ativos não contabilizados" - que ouvi do Sr. Delúbio Soares, vendo-o pela tv - encaixa-se perfeitamente. A Ação Penal 470 dá uma amostragem significativa. Há mais caminhos e sempre será possível traçar outros, até que as tramoias venham a ser descobertas.
Então, o desvio de verbas na obra da Arena da Baixada é acreditável. Como tudo o que ouço ou leio por aí. Pensa-se, mesmo, que tenha ocorrido em outras obras. O futuro irá dizer, quando alguns amigos políticos perderem eleições ou cargo, ou quando algum agente público de destaque resolver divorciar-se da esposa e, se tiver agido desonestamente na gestão, não dividir corretamente o botim com a "ex". Tem acontecido.


10 de mar. de 2014

CADIKIM COMEMORA

Pouco mais de dois anos mandando mensagens pela rede.
O cadikimdicadacoisa nasceu aos 22 de janeiro de 2012, data da primeira postagem. Com 766 postagens, comemora 90.000 visualizações de página. O conceito vem sendo mantido, desde o nascedouro: política crítica, poesia, crônica, comentários em prosa e verso... um cadikimdicadacoisa. Inclui também textos alheios - prosa e verso - tendo começado com meu irmão e poeta Cícero Christófaro, seguido, não necessariamente nesta mesma ordem, com Wander Porto, Civuca Costa, Vane Pimentel, Mozart Hamilton, Maria Amélia Silenciosa e Terna, Gigio, Donaldo Amaro e Pompéia... e pegando caronas em Millôr Fernandes, Stanislaw Ponte Preta, Leon Eliachar, Patativa do Assaré, Chico Anysio... gente mais do que boa...
O cadikim agradece aos colaboradores e aos seguidores, que são: Kleiton Gonçalves, Dyelle Ornelas, Márcio Spagnuolo, Juliano Carvalho Bueno, Wilmar Carvalho, Vicente Santos, Wander Porto (que não segue a si mesmo no cadikim, porque não precisa; tem página própria, montão de poesias de sua lavra), Deusadovinho23 (Denise Tibúrcio, que adotou o cadikim como sobrinho e afilhado e o blogueiro como cumpade), demusicaboa@yahoo.com.br, Wilker Silva, Glorinha, Henrique Rezende, Bem Mãezinha, Márcia Caetano Albano, Capinha Blues, Helvécio Maciel, Jan-Frits, Marcos Rassi, Carolina Martins Queiroz, Sérgio Eduardo Fernandes, Maria Barreto, Vinícius Teles Córdova e Paulo R M, cada um com um grau de participação nas 90.000 visualizações, incluindo leituras de minhas filhas Fifi, Nanete e Cissa, a sobrinha Virgínia, a cunhada Dora... Sem deixar de falar na parceirona, minha mulher Ana, que lê e divulga.
Então, vamos em frente, uai!

Imagem: Mooca Festas.
http://www.artigosfestas25demarco.com.br/artigos-festa-infantil-baby/palhaco-azul/convite-de-aniversario-palhaco-azul-08-unidades.html

PODE O ÁRBITRO DE FUTEBOL ADVERTIR UM JOGADOR, ANTES DE INICIAR O JOGO? DEVE?

É uma situação delicada. Eu mesmo, apitando jogos amadores de futebol de salão (não era futsal, ainda), adverti o Buda, antes de iniciar um jogo e só daquela vez: olha, Buda: a primeira que eu pegar você fazendo, ponho para fora. O cara de pau: "pôxa, tenente! nem uma advertência?". Não, Buda. Quando eu pegar você, estarei certo de que você já fez pelo menos outras duas. Era verdade. O Buda era um ótimo jogador. Mas catimbeiro que ele só. Nada de violência. Era da leve. Aproveitava-se de um ataque do adversário para passar a mão na bunda do goleiro, beijar o zagueiro... Coisas assim. Desclassifiquei-o certa vez porque, numa jogada um pouco confusa, mas sem falta, de repente deu um pulo para trás e falou, severo, para o Zagalo: "pô, Zagalo! respeita, sô! nome de mãe não!". Não deu outra. O Zagalo, que era nervosinho, partiu para cima gritando: "eu não xinguei nome de mãe, não, seu filho da...". Desclassifiquei os dois. O Buda, maior cara dura, carinha de menino inocente: "mas eu não fiz nada, tenente". O Buda gastava um bandeirinha só para ele. Quando a jogada desenvolvia-se em um lado da quadra, o árbitro e um bandeirinha acompanhavam a jogada. O outro bandeirinha acompanhava o Buda.
Por que esta conversa fiada? Por causa do jogo de ontem, Botafogo x Flamengo. O árbitro, antes de iniciar o jogo, falou para o Airton, do Botafogo, que havia sido orientado para marcá-lo, durante o jogo. Airton acabou com vermelho. Foi o que ouvi no "Troca de Passes" do SporTv.
No caso do Buda - álibe meu? - a orientação era do próprio árbitro, por longa observação do rapaz. Era muito difícil conseguir ver as estrepolias que o Buda fazia enquanto o árbitro estava com a atenção na jogada (o Buda só "agia" fora da jogada).
No entanto, não concordo com que um árbitro "seja orientado". Aí, alguém de fora assumiu o apito.
Um fato que acho mais relevante: os comentaristas disseram que Airton "pega pesado" e que, quando tomou o primeiro amarelo, já havia praticado várias faltas. Das 14 praticadas pelo Botafogo, 6 foram dele. Quase 50%! Um cara desses não precisa de advertência, muito menos de advertência encomendada. É só cumprir o regulamento. "Pegou pesado"? Amarelo! "Pegou pesado" de novo? Vermelho! Pronto!
Airton Botafogo x Flamengo (Foto: Márcio Alves / Agência O Globo)Mas os árbitros querem "administrar". E vários comentaristas de arbitragem afirmam, categoricamente, que o árbitro tem de "administrar". Penso que é aí que a coisa descamba.

Foto: globoesporte.com
http://globoesporte.globo.com/jogo/carioca-2014/09-03-2014/botafogo-flamengo.html

1 de mar. de 2014

UM PASSEIO MATINAL PELO PARQUE DA MANTIQUEIRA - PASSA QUATRO/MG

Pescador: elemento estranho à paisagem.
Mas é assim messs, sô! Coisdiminero, uai!
Flores singelas valorizam a paisagem
ampla.
Avencas: pequenas, oferecendo
graça ao ambiente.


A pinha caída na grama é
certeza de continuidade da espécie.
"Praça" próxima da administração.



 
Acesso e saída

Exuberante!!!









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