A segunda expressão entre aspas, ouvi ontem, na Jovem Pan. Não acreditava no que ouvia. Não sei se locutor, se entrevistado, o certo é que um cidadão falava das condições mínimas para alguém ser candidato a cargo eletivo: olhar os interesses do povo, a educação, a saúde, a segurança... e ser "pouco corruptível". Entendi que um cara "pouco corruptível" ainda não galgou os degraus da corrupção, mas encontra-se, pelo menos, na ante-sala.
Na situação em que estamos, com o navio à deriva e "os ratos tomando conta do convés" (parece-me que é de Millôr mas não tenho tempo agora para conferir), ou apoderando-se da carga, como sugere a imagem, nessa situação, portanto, um candidato "pouco corruptível" serve.Imagem: "As Viagens pelo meu Benfica.
http://undercoverslb.blogspot.com.br/2011/07/afinal-somos-homens-ou-ratos.html



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