10 de mar. de 2013

CARRINHO EM FUTEBOL RESULTOU EM FRATURA DE PERNA





Hoje, no jogo Ponte Preta x São Caetano, um defensor do Azulão aplicou um carrinho, por trás, em Ferrugem, da Ponte. Resultado: fratura da perna esquerda.

A responsabilidade de defensor não pode motivar contusões graves, frequentes, em vários jogos. Um dos fatores determinantes é o carrinho e, principalmente, carrinho por trás.
Quanto me envolvia com futebol de salão (dá para ver que foi há muito tempo, pois nem era futsal), qualquer carrinho era falta; qualquer entrada por trás, também.
É óbvio: quando um jogador ataca outro por trás, a bola estando na frente do atacado, não há como chegar a ela sem atingir o adversário, por mais leve que seja. Há jogadores que entram por trás e, quando o juiz marca falta, têm a cara de pau de indicar que foram na bola, em gesto com as mãos.
É assim na maioria das vezes: bola no pé direito,
o carrinho atinge o pé esquerdo. O objetivo não era a bola.
Não embeleza o futebol e representa risco para os atletas.

Gostaria de ver os juízes marcando faltas em carrinhos - principalmente por trás - e entradas por trás, por mais leve que seja o choque resultante da ação.
Costumamos reclamar da diminuição da qualidade do futebol (quem não viu diz que é saudosismo) mas, do jeito que está sendo tratado, não há necessidade de o jogador evoluir técnicamente, se pode ter sucesso fazendo faltas.
Para que aprender a jogar bola?


Imagem: TNT SPORTS.
https://www.facebook.com/TNTSportsBR/posts/era-pra-expulsar-jogador-do-corinthians-d%C3%A1-carrinho-por-tr%C3%A1s-em-rival-e-jogadore/1211677286988154/


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