24 de jul. de 2022
20 de jul. de 2022
DIFICULDADES PARA ENCONTRAR VICE
Nos ensaios para as eleições de 2018, parece que Ciro Gomes teve dificuldade para encontrar um vice. Cadikim comentou o assunto (https://cadikimdicadacoisa.blogspot.com/2018/07/eleicoes-2018.html), com uns versinhos, adiante reproduzidos. Para as próximas eleições, Ciro Gomes foi o primeiro a registrar candidatura mas não inscreveu vice, ainda. Será um trem tão difícil, sô?!
15 de jul. de 2022
AINDA TEM UM MINEIRO LÁ
ontem foi o Palmeiras - o todo poderoso Palmeiras - que, depois de virar o resultado agregado em cerca de 13 minutos, acabou cedendo empate e vendo-se alijado da Copa nos pênaltes.
Ah! Mas ainda restava um mineiro! O América, virando-se como pode no Brasileirão, tinha 3 x 0 a seu favor, contra o Botafogo, agora no estádio do enciclopédia (Nilton Santos, craque que só jogou no Botafogo e na Seleção Brasileira, foi considerado "enciclopédia do futebol");
Pois não é que o América - time do coração da Dona Ephigenia - venceu o jogo e incrementou mais dois gols no placar agregado.
No seca-bagaço iremos ver aonde conseguirá chegar o América Mineiro. Sabe-se que não haverá facilidade.
Mas ainda tem um mineiro lá. Entre os oito que seguem na Copa do Brasil, está lá o América Mineiro.
Imagem: AS MIL CAMISAS.
https://www.asmilcamisas.com.br/2014/10/07/174-camisa-do-america-mg/
9 de jul. de 2022
A MAGIA DA ROTINA 1 DA FAIXA BRANCA DA ESSÊNCIA DO SOM
Inspirart - vem de promover a transformação de sua Escola de uni instrumental em multi instrumental, mediante o lançamento de uma nova e mais ampla Escola de Música. De Professor solitário de um só instrumento - a flauta - evoluiu para um timaço de Professores, com a Nova Academia Inspirart (https://www.academiainspirart.com.br/novainspirart1mobile), agora oferecendo cursos de vários instrumentos e de canto
Esse "Professor solitário" vem sendo acompanhado e admirado por quantos se matricularam na Academia Inspirart, desde a fundação, mercê da qualidade de seu magistério, sempre aperfeiçoado em vários momentos, conforme as observações de sua experiência.
A promessa - que tenho certeza, será cumprida, se não for entregue algo ainda melhor - é ambiciosa e, no estilo Tiago Meira, audaciosa. Para ter uma ideia será necessário acessar o link indicado.
Nesta manifestação, prefiro realçar um conceito muito valorizado pela insistência do Professor Tiago: a busca através da simplicidade e da persistência. Conceito esse expresso na Rotina 1 da Faixa Branca (o Método Essência do Som contempla faixas conforme o grau de desenvolvimento, semelhantemente ao Judô).
Mas o que é essa tal de "Rotina 1 da Faixa Branca", na Academia Inspirart? Logicamente, o grau mais elementar do aprendizado da flauta. Aquele através do qual o aprendiz poderá, praticando, internalizar e dominar os cinco pilares da Essência do Som - o sustentáculo da produção sonora. É o passo inicial para o estudante caminhar até obter a Essência do Som - objetivo dado como principal.
À primeira vista, primeira leitura, parece muito simples. E é! Desde que o modo de executar a Rotina 1 da Faixa Branca obedeça aos princípios de atenção e perseverança transmitidos pelo Professor Tiago.
Mas... e a magia?
A magia está em não considerar a Rotina 1 da Faixa Branca apenas como passo de arrancada. E, também, considerá-la como elemento didático que deve ser revisitado sempre. O retorno é recomendado para a circunstância de que alguma dificuldade incomode o estudante, em qualquer fase de seu desenvolvimento. Em determinado estágio dos estudos, senti-me tão incapaz que cheguei a pensar que estava na hora de parar, que minha idade (82) estava estabelecendo o limite extremo. Tive a sorte de lembrar-me da insistência do Professor Tiago com a Rotina 1 da Faixa Branca: "se sentirem dificuldade, retornem ao princípio, à Rotina 1 da Faixa Branca". Retornei e senti-me reanimado a prosseguir.
Então, estou ótimo?
Não! Apenas reanimado a prosseguir. Sabendo que, mesmo com a minha idade, o exercício mantém o ânimo e proporciona momentos de alegria em cada pequeno progresso.
Agora, temos uma Nova Academia Inspirart, vários Professores com prestígio profissional de altíssimo nível, vários instrumentos, voz inclusive. Vai ser muito melhor o que, para um só instrumento já era de enorme valia.
Mas qualquer que seja a qualidade, é importante lembrar e revisitar a Rotina 1 da Faixa Branca.
8 de jul. de 2022
ALVORADA EM PATOS DE MINAS
"...O sol colorindo é tão lindo, é tão lindo; e a natureza sorrindo, tingindo... tingindo... você também me lembra a alvorada quando chega iluminando meus caminhos tão sem vida...".
Cartola, em "Alvorada".
Para ouvir com o autor: YouTube.
3 de jul. de 2022
ARMAS: O QUE É BOM PARA OS ESTADOS UNIDOS É BOM PARA O BRASIL?
Primeiro que tudo, comento que a expressão que escrevi no título, em forma de pergunta, já foi dita afirmativamente por político.
É o que informou, há pouco mais de um ano atrás, o "Correio do Brasil" em matéria assinada por Paulo Kliass - de Brasília (https://www.correiodobrasil.com.br/que-e-bom-para-eua-e-bom-para-brasil/), informando que a frase foi pronunciada pelo político brasileiro Juracy Magalhães, logo depois de ter sido nomeado Embaixador do Brasil nos Estados Unidos, em meados da década de 1960.
Não pretendo entrar na análise de ideologias. Prefiro focar minha opinião no argumento, simplesmente. Reflito em experiência pessoal:
Em 1963, Aspirante a Oficial da Polícia Militar de Minas Gerais, fui designado, junto com Oficiais e outros Aspirantes, para participar de um treinamento promovido pelo Ponto 4 (Programa de cooperação técnica internacional entre os Estados Unidos e países latino americanos). No caso, o treinamento referia-se, obviamente, a ações policiais militares.
Em uma das sessões, o instrutor estadunidense relatou que, nos Estados Unidos, o policial recebia orientação no sentido de só sacar arma para atirar e só atirar para matar.
Entendi que tal orientação só teria sentido para a eventualidade de o policial estar na iminência de defender sua própria vida ou a de terceiro.
Perguntei-lhe qual era o grau de escolaridade desse policial. Respondeu-me que era de onze anos de estudos. Correspondia, no nosso regime escolar, à conclusão do curso Científico ou Clássico, hoje segundo grau completo.
Matutei que, em nossa Polícia Militar, naqueles idos de 1963, ainda ingressavam na Corporação pessoas com curso primário incompleto. A exigência para acesso ao Curso de Formação de Oficiais era o curso ginasial.
Ainda jovem, apenas iniciando-me na carreira de Oficial e sem experiência operacional mediana, compreendi que nem tudo que é bom para os Estados Unidos - ou para qualquer outro país do mundo - é bom para o Brasil.
g1
https://g1.globo.com/mundo/noticia/tiroteio-e-registrado-em-igreja-no-texas.ghtml
28 de jun. de 2022
27 de jun. de 2022
POBRES JUÍZES DE FUTEBOL
Pobres, sim! São acusados de erros por gente que comete muitos erros, repetidamente, sem qualquer reprimenda. Eventualmente, goleiros "engolem frangos" muito cacarejantes; atacantes perdem gols, "bisonhamente", na cara do goleiro, e cobram pênaltes chutando para fora ou no terceiro andar; dirigentes contratam e, em seguida, dispensam porque contrataram mal, além de outros erros de administração ou até malversação de recursos; comentaristas comentam mal, exageram e até quebram um tanto a premissa de que futebol é esporte coletivo (veja-se "O Gol da Vitória, em http://cadikimdicadacoisa.blogspot.com/2012/02/o-gol-da-vitoria.html); comentaristas de arbitragem costumam escorregar na maionese: chegam a dizer que certas faltas não passam de "disputa de espaço", sem nem se tocaram que, em um campo muitas vezes menor, jogadores de porte físico muito avantajado são punidos com "dois pênaltes" quando dão um tapinha no braço do adversário (nas mãos daqueles caras, lance livre é pênalte); e dizem que um "empurrãozinho não chegou a desequilibrar o adversário. Tudo segue como está.
O juiz, esse sim, está sempre e indefectivelmente errado. Quando apita a favor de um time (ainda que correto), é imediatamente cercado, de modo constrangedor, por uma turminha de no mínimo quatro atletas; quando apita a favor de outro (correto também), é imediatamente cercado por outra turminha. Dedo em riste é pouco, nessas oportunidades.
Acontece nada!
No Fluminense x Botafogo, ontem, uma cena usual: um jogador do Botafogo foi cobrar um lateral e fez aquilo que a grande maioria faz: avançar, avançar, sempre para a frente do local do lateral (nunca para trás). O árbitro fez voltar; passinhos para trás (menores do que os para frente) e uma corridinha, retornando ao lugar de onde fora mandado voltar; nova ordem do juiz, apontando para trás; repetição da manobra, fingindo que vai mas não vai, que nem passista de escola de samba. O juiz saca o cartão amarelo e vai em sua direção. Foi o bastante para o capitão do Botafogo, Joel Carli, postar-se abruptamente diante do juiz, à frente do jogador que estava para ser amarelado, tentando impedir a aplicação do amarelo.
Não é para isso que serve um capitão.
Insisto com a escolha que fiz, na Copa do Mundo de 2018, do meu personagem na Copa - um Senhor Capitão. Pode-se ver http://cadikimdicadacoisa.blogspot.com/2018/06/meu-personagem-na-copa-de-2018-um.html.
Será demais desejar um futebol jogado limpo, sem mutretas, só futebol? Será exagero achar que, do jeito que anda, não teremos um futebol de qualidade para o espectador? Ou será que é isso mesmo que ele quer?
Imagem: Corte em vídeo apresentado em globo.com/ge, no jogo de ontem. O juiz tem de correr dos jogadores, pelo menos para não ser atropelado. Veja o vídeo:
14 de jun. de 2022
FUTEBOL FEMININO
Sou fã. Vejo, atualmente, mais atletas com níveis bons nos aspectos técnico e físico do que no tempo em que Marta passeava quase só, com ajuda de poucas em plano mais modesto, como Pretinha, da Formiga (disputando ainda), Cristiane e poucas outras. Acho que está em desenvolvimento e daqui a algum tempo poderemos ver times mais homogêneos.
Mas feminino é feminino, ora!
No jogo São Paulo 2 x 1 Palmeiras, o clima andou um pouco quente.Uma jogadora do Palmeiras pegou pesado em uma adversária. O juiz aplicou o amarelo. A atleta palmeirense, muito da cabritinha, fingindo que não era com ela, caminhou na direção de seu campo, arrumando o cabelo, aquele elástico que as meninas com cabelos longos colocam para fazer o que, no que lembro, chamava-se "rabo de cavalo".
O cartão ficou assinalado mas a atleta manteve a pose.
Imagem:
11 de jun. de 2022
SE TODO MUNDO COOPERAR... SE O POVÃO É MESMO O OBJETIVO...
Assisti, pela TV, a um pedido formulado pelo presidente da República, no sentido de que supermercados reduzam a margem de lucro sobre os alimentos básicos para conter a inflação. Segundo a Agência Brasil (https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-06/presidente-pede-que-supermercados-reduzam-lucros-sobre-alimentos), "o pedido foi feito no Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento, organizado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), evento em que o presidente participou por videoconferência...".
Inicialmente, minha memória remeteu-me ao período em que sofri muito com a hiperinflação, (des)governo Sarney. Alguém falou sobre isso pela TV.
Cuidei de que não se trata da mesma coisa, embora semelhante: naquele período, houve tabelamento e o (des)governo queria que o povo ("fiscais do Sarney") fiscalizasse. Agora, trata-se de um pedido, não de uma imposição. Deve ser apreciado como tal.
Os supermercados são a segunda trincheira de enfrentamento, pelo povo, dos efeitos da inflação. Não só o povão abastece-se ali; acorrem também médias, pequenas e pequeníssimas empresas, fornecedoras de alimentos prontos, como padarias, restaurantes e quejandos, sem falar em ambulantes. Esses estabelecimentos e pessoas, sim, a primeira trincheira que o povão enfrenta. Enfrentamento difícil para ambos, porque essa categoria de fornecedor já está reduzindo ao máximo sua margem de lucro, porque a raridade do dinheiro determina isso ou o fechamento. Muitos seguem no limite, para não fecharem as portas. Solução extrema que tem sido mais do que frequente.
Não precisa ser economista para verificar que, quando falta dinheiro na base, os patamares imediatamente mais elevados - e os elevadíssimo também - não conseguem vender. Reduzir a produção é a estratégia para não morrer.
A verificação do fenômeno é fácil: desde o segundo mandato do (des)governo Dilma, o desemprego campeando, faltou muito dinheiro na base. Não foi à toa que se seguiram autorizações frequentes para saques no PIS/PASEP e no FGTS (dinheiro sacado não substituído nos programas; penso que deve comprometer as finalidades dos respectivos programas).
Fui matutar. Não sei por que me ocorreu o pensamento de que algumas medidas diferentes poderiam amenizar a situação. Por exemplo, a aplicação em socorro dos supermercados ou diretamente do povão, dos valores das tais "emendas de parlamentares" e "emendas de relator" (coisas de que não entendemos nada, por motivos óbvios); a suspensão temporária, pelo menos, dos "penduricalhos" de quantos os recebem, sem mexer nas bases das remunerações; reduzir despesas pagas com cartões corporativos (do que também sabemos nada, pelos mesmos motivos óbvios); modificar os padrões de alimentos servidos em aviões oficiais (do que entendemos pouco, por notícia, apenas, também por motivos óbvios). Sobre isso o cadikim publicou uma preocupação: "Bom, se dentro de uma única aeronave há cinco níveis de possibilidades alimentares, imaginem o que há fora dela, enquanto sobrevoa o solo brasileiro" (http://cadikimdicadacoisa.blogspot.com/2016/12/e-o-sorvete.html). Penso que há mais, haverá beiradas por aí que poderão ser revertidas em suas finalidades, pelo menos temporariamente também.
Devagar, senhores economistas! O povão já está muito sacrificado. Busque-se solução diferente. Capacidade não pode faltar-lhes. Peça-se a quem dispõe de espaço para atender. Peça pra eles, presidente!
Foto "carrão": Auto MOTIVO.
https://revistaautomotivo.com.br/compradores-marcas-luxo-satisfacao/
Foto marmita de pobre: Mundo Operário.
https://www.esquerdadiario.com.br/O-aumento-dos-precos-tira-carne-da-marmita-do-trabalhador