Do jeito que foi, não achei bacana. Duzentos casais, a caráter, para um casamento coletivo. Entraram no gramado para um estádio absolutamente vazio. Foi o que vi, pela televisão, e não gostei do que vi. Fui pesquisar. Segundo o "em tempo" (http://www.emtempo.com.br/apos-ressaca-da-copa-mane-garrincha-abre-as-portas-para-casamento-coletivo/), o evento faz parte de um projeto do Distrito Federal para casais de baixa renda - o "Alma Gêma", para realização de casamentos civis em pontos turísticos de Brasília. No Blog do NOBLAT (http://oglobo.globo.com/pais/noblat/Default.asp?a=111&cod_blog=129&ch=n&palavra=&pagAtual=2%20&periodo=201407) encontrei opinião diferente da minha, vinda do Secretário Extraordinário da Copa: "É muito bonito que no pós-Copa as primeiras pessoas a pisar nesse gramado sejam noivas. Então vai dar muita sorte. Vamos começar em breve as rodadas de futebol". Contar com a sorte é um dos maiores baratos do brasileiro.
Podem dizer o que quiserem de mim, mas não comungo. O casamento foi realizado em outra área do estádio, nada a ver com o campo de futebol, tudo muito bem arranjado. Não chegou a me convencer que a tal "arena multiuso" já começou a ser utilizada. Tinham nada a fazer ali dentro, a não ser desfilar para arquibancadas vazias. Nem discuto o tal casamento coletivo. Se os noivos e as noivas gostam, seria grosseiro discutir suas vontades. Mas não me esqueço de que, como está no "emtempo", esse estádio custou quase um bilhão e meio, para sete partidas da copa do mundo, com promessas de que, depois da competição, teria multiutilidade. Começar com um casamento terá sido mesmo uma grande ideia? O mesmo Secretário Extraordinário da Copa disse que sim.
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