17 de ago. de 2015

AS INCONGRUENTES CONTAGENS DE PARTICIPANTES DE PROTESTOS

Ô gente! Uma diferencinha de até 20% (não estou falando de propina, não!) é aceitável! Mas é "demais pros meus sentimentos, tá sabendo?" essa de uma turma (a que se manifesta) apresentar um número de participantes, e a outra (autoridades, por voz da Polícia Militar ou da Guarda Municipal, conforme o município) apresentar outro número, correspondente à metade. Será tão difícil, assim estimar esse número de pessoas com um mínimo de aproximação?
Manifestações de 16 de agosto em Brasília (Foto: Valter Campanato / Agência Brasil)Só posso sugerir o método que um milionário, fazendeiro no Texas, informou (em inglês, claro! que um amigo traduziu para mim, também claro!). Era tanto gado, que o amigo perguntou quantas cabeças havia ali. O cara respondeu: 3.286. O amigo surpreendeu-se: como contou tão depressa? Resposta rapidíssima: contei as patas e dividi por quatro. Sorry!
Com gente fica mais fácil (já disse Vandré que "com gente é diferente"). Basta dividir por dois, uai!

14 de ago. de 2015

NAS LETRAS DE NOSSAS CANÇÕES - MORO ONDE NÃO MORA NINGUÉM



"É lá onde moro,
aonde não passa ninguém,
é lá que eu vivo sem guerra,
é lá que eu me sinto bem."



Agepê


Agepê e Canário, em "Moro onde não mora ninguém".








Para ouvir com o autor:
https://www.youtube.com/watch?v=Oplj90FQBSA

Foto: agepê
http://www.musicapopular.org/agepe/

1 de ago. de 2015

A LUA AZUL NO CÉU, EU OLHANDO DA JANELA, DE MADRUGADA, E LEMBRANDO JUCA CHAVES




Já publiquei, em "Nas letras de nossas canções". Mas não resisto ao impulso de repetir. Também, às quatro e meia da matina, cheguei-me à janela e lá estava a lua mais escandalosa (não encabulada, como disse Juca Chaves).
















"A lua vai dormir, encabulada,
na passarela da madrugada.
Meus olhos vão sonhar sob a janela
dos olhos dela, dos olhos dela."


Para ouvir com o autor:
http://letras.mus.br/juca-chaves/369851/

30 de jul. de 2015

UM PRATTO CHEIO! DEU GALO! "VENCER SEM PERIGO É TRIUNFAR SEM GLÓRIA!"


Lucas Pratto marcou três gols na vitória do Atlético-MG sobre o São Paulo. | Bruno Cantini/Atlético-MGFoi um jogaço! Muito rápido, poucas faltas (algumas o juiz deixou de apitar), um jogo limpo. Um jogo que classifico naquela categoria: quando um time bom vence com grande vantagem um outro time bom, tudo deu certo para o primeiro e tudo deu errado para o segundo. O São Paulo teve oportunidades evidentes, antes que o Atlético Mineiro tivesse marcado. Mas faltou alguma coisa (além de ter sobrado perna do Rafael Carioca, em uma bola chutada por Luiz Fabiano, a qual acabou indo a escanteio). Acho que o Atlético foi mais organizado e mais consciente durante todo o jogo. O São Paulo criou jogadas que poderiam ter resultado em placar menos apertado, em empate e até em vitória. No entanto, o Galo foi mais preciso, em um jogo importante, contra um adversário de categoria, e que implicava manter vantagem na tabela sobre o Corinthians, o mais próximo perseguidor.
Lembrou-me uma fala de Don Rodrigo de Bivar, em "El Cid", quando desafiou para um duelo o seu sogro - a melhor espada de Espanha: "vencer sem perigo é triunfar sem glória".
Três gols de Lucas Pratto.
Foi, de fato, um Pratto cheio!

Foto: Gazeta do Povo.
http://www.gazetadopovo.com.br/esportes/futebol/campeonato-brasileiro/com-3-gols-de-lucas-pratto-atletico-mg-bate-o-sao-paulo-e-segue-na-lideranca-0qk9zldhkbqjr2goedoyq4eu5

29 de jul. de 2015

O POETA WANDER PORTO DÁ O AR DE SUA GRAÇA


Copiada no facebook, com pedido de autorização para colar, ainda pendente, esperando que meu amigo Wander se manifeste a respeito. Acho que irá autorizar. Assim, antecipo-me. Vale o risco.

SINAL DE PAZ


Ando atrás
de um sinal de paz.
Mas a nega é teimosa,
manhosa, tinhosa
e não volta atrás.

Ando atrás
de um sinal de paz.
Mas Sadam tem herdeiro
no mesmo terreiro
aonde pensam que jaz.




Ando atrás
de um sinal de paz.
Mas a águia altaneira                
que segue na espreita
ainda não é capaz.



Imagem: Blog do Seu Alípio.
https://blogdoseualipio.com.br/fe-perseverante-imitando-a-aguia/


28 de jul. de 2015

UM LIVRO APARENTEMENTE (PELO MENOS) INÚTIL. NEM CHEGA PERTO DE MINHAS PREFERÊNCIAS.


Estava buscando um método para violão, do Paulinho Nogueira, na rede, quando deparei com o anúncio de vários livros, dentre eles um que me chamou a atenção, pela aparente inutilidade (no mínimo parcial) para mim. Estava lá:





Pelo menos quanto ao título, é para mim inteiramente inútil. Setenta e cinco anos não são setenta e cinco dias e, desde que coloquei meu primeiro voto em uma urna, não precisava que ninguém me mandasse parar de acreditar.
Quanto ao "por que", não vou somar, aos que já tenho, quaisquer motivos do autor.
Não sei se os brasileiros amam o Estado. E fala-se muito que não confiam nos políticos. No entanto, votam neles, já que está arraigada em nós a idéia de que temos de votar em alguém. Sem contar que o STE faz um enorme esforço para convencer os brasileiros de que não devem votar em branco nem nulo. Será que o brasileiro vota em alguém pela necessidade de poder falar mal de alguém, sem demonstrar completa e absoluta insatisfação? bobeira, mesmo? um patriotismo exacerbado?
Desculpe-me o autor: não vou ler o livro só para ficar sabendo de uma circunstância que nada muda. Preferi buscar o livro "Vocabulário do Choro" e comprei. Mesmo que não consiga tocar melhor a minha flauta, será mais gratificante. Mas acho lamentável!

24 de jul. de 2015

SEMPRE OS IPÊS AMARELOS!

Tenho uma grande ligação com ipês amarelos. Não só os acho lindos, como guardo boas recordações.
Infelizmente, não temos mais o ipê "dos Maristas", que tombou há algum tempo. Mas a cidade ainda está tingida, aqui e ali, daquele amarelo brilhante que só os ipês oferecem. Menos
escandalosos do que o "dos Maristas", mas orgulhosos de suas belezas.









O extinto ipê "dos Maristas"