Hoje, assisti a uma entrevista do Roberto Dávila com o psicólogo e psicanalista Luiz Alberto Py, que fez uma comparação entre alegria e felicidade.
Pelo que entendi, sou feliz, porque convivo bem comigo mesmo e com minhas idiossincrasias.
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| Desolação goleiro francês após o gol de Madzukic |

Vi, hoje, em feicebuque alheio (vi nada no meu), alusões a diferenças de porte físico entre futebolistas belgas ("belgicanos", como li em algum lugar, atribuindo a Garrincha), sempre com a pergunta: "como é que poderíamos pensar em ganhar, tal a diferença?". Discordei, imediatamente. No mesmo feice, vi pessoas discordando também e citando vários craques brasileiros de baixa estatura que foram campeões do mundo, começando pelo "baixinho" - Romário.
Não tive como não me perguntar, parodiando Garrincha: combinou isso com o presidente da CBF? Porque, antes de qualquer planejamento, é indispensável saber o que a maior autoridade pensa em fazer. E como temos vivido, em todas as áreas e em todas circunstâncias, em estado de instabilidade, turbulência mesmo, não será de assustar alguém amanhecer o dia com a notícia de que a comissão técnica foi dissolvida.