9 de mar de 2015

INEZITA BARROSO - UM MONUMENTO CAIPIRÊS

Só viajou. Porque a voz e a obra ficaram por aqui. Transita, viva, entre os que lhe admiram a obra e os talentos.
Já se falou de "Lampião de Gás" e de "Moda da Pinga" (esta a estória de um pinguço típico caipira). Aproveito para falar de "Ser Mãe é Dureza". Transcrevo um trecho do livro "Tirando de Letra e Música" (páginas 122/123), de Billy Blanco: "Minha saudosa e querida irmã Celina Blanco Hermes, grande pessoa, grande mãe, amiga perfeita, era poeta das melhores, mas em regime fechado. Só para uso interno. A duras penas, consegui que me entregasse uma letra puxada ao lado hilário da vida doméstica, a qual musiquei. A condição para ir ao disco era ela não aparecer, o que foi devidamente respeitado, neste desabafo maternal que só mesmo uma inteligência privilegiada de uma mulher sensível poderia extravasar".
É um samba, gênero em que Billy Blanco costumava compor.
Inezita dialogou com vários autores e gêneros diferentes, mas sempre mantendo-se na linha segura e fértil do caipirês.

Foto: Bate papo UOL.
http://tc.batepapo.uol.com.br/convidados/arquivo/televisao/inezita-barroso.jhtm
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