24 de mai de 2015

LIRA MARIANA PATENSE HOMENAGEIA O POVO DE PATOS DE MINAS NO 123º ANIVERSÁRIO DA CIDADE, E DESCENDENTES DE EX-INTEGRANTES DA BANDA, COM ALVORADA FESTIVA.

Praça Bandeirantes
Eram cinco e meia da madrugada de hoje, quando oito músicos da banda Lira Mariana Patense embarcaram em ônibus "pilotado" pelo Sr. Edson, veículo e condutor cedidos pela Viação Pássaro Branco. Junto com o professor Holmes Molinari, do Conservatório Municipal, Regente convidado pela Lira, o conjunto, no 123º aniversário da cidade, executou alvorada festiva, em homenagem ao povo patense e aos ancestrais da citada

Organização Musical. Formaram a pequena banda: Isis e Comini (flauta), Valdir e Edson
(trompete), Valfrido e José Ricardo (sax alto), Paulo (sax tenor), e Alexandre, também professor no Conservatório (percussão). Infelizmente, não puderam comparecer os irmãos percussionistas Carlos e Geraldo, antigos integrantes da Lira, os quais também haviam se preparado. O conjunto, que resultou do esforço e do grande interesse de alguns integrantes mais antigos, recebeu a adesão de novatos (nem tão novatos assim, excetuando a garota Isis), surgindo a
Antiga Rodoviária
possibilidade de apresentação pública singela, mas devotada. O início das atividades do grupo foi para diversão pessoal, já que eram apenas três ou quatro a ensaiar. O grupo é muito pequeno mas mostra que quer mesmo é tocar dobrados e outras composições para bandas marciais.

Os pontos selecionados para apresentações foram lugares em que residiram músicos antigos da Lira, já falecidos, e aonde seguem morando alguns de seus descendentes. Assim foi que a primeira apresentação
Mercado Municipal
aconteceu na Praça Bandeirantes; depois, Avenida Paranaíba, seguindo-se a Rodoviária antiga, o Mercado Municipal (esses dois foram locais de ensaio da banda antiga), proximidades da Igreja do Rosário (aonde mora Jonas, ex-integrante da banda antiga) e, finalmente, Praça D. Eduardo, junto ao Cruzeiro, remanescente da antiga Capela e
 Matriz de Santo Antônio,
Capela e Matriz de Santo Antônio
(foto colhida na mesma dissertação, link indicado)
aonde a Lira Patense ensaiava sob a direção de Frei Davi, oportunidade em que passou a chamar-se Lira Mariana Patense (informações sobre o local foram colhidas em Dissertação apresentada pela patense Cristina Caixeta Borges, na Universidade Federal de Viçosa, conforme está em 
http://www.tede.ufv.br/tedesimplificado/tde_arquivos/4/TDE-2008-09-09T075727Z-1346/Publico/texto%20completo.pdf).
Assim foi que, em um só passeio pela cidade,
Bairro do Rosário
tocando, em cada um dos lugares escolhidos, os dobrados "Pequenino" e "Treze Listras", de seu pequeno repertório, que a Lira Mariana Patense achou de homenagear o povo da cidade, fazendo apresentações em diversos locais abertos (algumas janelas abriram-se, festivas), e prestar culto a músicos que
"Aos pés da Santa Cruz", a Praça D. Eduardo,
local da antiga Capela e Matriz de Santo Antônio
participaram ativamente da vida da cidade, e que deram brilho à música marcial, quando ainda não havia por aqui um Batalhão de Polícia Militar, com Banda de Música.



Na frente, da esquerda para a direita:
Alexandre, Isis, Holmes Molinari, Valdir e Edson.
Atrás, mesma ordem: Valfrido, Comini, José Ricardo e Paulo